terça-feira, 16 de setembro de 2008

Atividade 3

1. Analisar com base no twitter:
a)Quais características da internet estão presentes?
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Podemos ver perfeitamente representadas a hipertextualidade, a interatividade e a velocidade. O Twitter é uma rede social na qual estamos representados pelos nossos perfis. Amigos podem ser seguidos ou nos seguir, de acordo com vontade (de saber mais sobre as vidas alheias), interesses (de buscar informações sobre o mundo) ou simples conveniência (como metade da turma ter se adicionado, sem mesmo ter algum dia trocado uma palavra). Sites de notícia já têm perfis mantidos no Twitter, devido às peculiaridades do site. A velocidade da propagação da notícia, assim como a hipertextualidade, que nos permite o acesso a outras informações, são características comuns à internet e ao Twitter. A interatividade, obviamente, é outra característica presente, já que podemos entrar em "contato com nossos contatos". É redundantemente faceira essa internet.
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b)O seu twitter pode ser considerado hipertexto? Explique.
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Levando em conta que o hipertexto é uma página que está conectada a outras páginas, temos hipertexto no Twitter, sim. Os links apresentados no site nos dão a possibilidade de visitar outros sites, ou até mesmo outros perfis dentro do mesmo site. Um link no Twitter é um hipertexto, um elo, e constitui-se como um pequeno grão de areia na vasta imensidão da internet, que - metaforicamente falando - é maior que a praia Cassino. E olha que a areia do Cassino é fina que é uma barbaridade. Viu como o mundo virtual é imenso?
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c)Quais tipos de links aparecem em seu twitter? Dê exemplos.
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Identifico links associativos. Os links associativos são os que nos levam diretamente ao link, à informação. Como, por exemplo: raquelrecuero Se fosse para voltar assim, juro que eu não reclamava da cia aerea! - http://tinyurl.com/5wdt2g.
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d)A partir de sua análise, discuta o uso do twitter para a publicidade e o jornalismo.
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O Twitter pode ser perfeitamente utilizado no jornalismo no que diz respeito a divulgar informações. Tanto, que sites como o "todo poderoso" G1 é o que mais me incomoda com suas atualizações periódicas. A agilidade e a velocidade de internet são aliados do jornalismo dinâmico, que cada vez mais ganha o seu rico espaço. O poder do Twitter, sobre quem o utiliza com freqüência, pode ser imenso. Ele pode ser utilizado também como uma tática de persuasão. A publicidade pode se aproveitar da situação para divulgar campanhas, divulgar produtos, acompanhar a concorrência e - por que não? - destruí-la, trucidá-la. Por mais que muitas vezes não se admita isso, é o objetivo principal.

2. Analise o Sapu:
a)Indique quais características do hipertexto estão presentes. Explique.
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O Sapu tem a característica da multilinearidade, pelo fato de os caminhos já estarem todos prontos. São várias as opções de links, de caminhos a serem trilhados no vasto mundo internético. Pelo fato de podermos interagir com os nossos professores - todos tão amados - o Sapu é não-linear. A modularidade também dá o ar de sua graça, pois temos vários sistemas dentro de um, como as consultas de horários, freqüência, as temidas avaliações, e os terríveis débitos, por exemplo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Atividade 8

1. Encontrar - na web - um exemplo de cada tipo de ciborgue e um exemplo de pós-humano. Explicá-los.
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Pois bem... Mais uma vez aqui estamos nós, para mais uma atividade, em mais um dia chuvoso. Um tipo de ciborgue protético¹ poderia ser um enxadrista qualquer que utilize uma prótese para caminhar, ou até mesmo um trapezista que tenha pinos entre os ossos da perna, devido à acidentes profissionais. Uma vovó, daquelas estereotipadas e bem queridas, com uma "perereca" na boca também serve. É dentária, mas é prótese. Em suma, um alguém que depende de algum meio "mecânico, maquínico" para sobreviver. Se os únicos conceitos utilizados para responder a estas questões fossem guiados apenas pela minha concepção de vida, eu apontaria a Hebe Camargo como um ciborgue protético. Não pela prótese dentária que ela provavelmente utiliza, nem pela tintura de cabelo aparente, nem muito menos por qualquer parte de titânio que ela possa ter espalhada pelo corpo. Ela certamente deve ter um cérebro positrônico que coloca as frases em ordem alfabética e em algum modo "repeat all". Impossível alguém sobreviver 30, 40, 50 anos na televisão brasileira com os mesmos chavões, mesmas piadas, mesmas "gracinhas"... Ela é, definitivamente, um ciborgue do mau.
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Indo mais além, podemos apontar como um ciborgue interpretativo² uma pessoa qualquer que se influencia e tem seu comportamento moldado de acordo com a televisão, por exemplo. Qualquer pessoa que faça o corte de cabelo do imbecil do Ronaldo Nazário, por exemplo, é - além de outro completo imbecil - um ciborgue interpretativo. Constituído pela influência da mídia, "coagido" pelo poder da cultura de massa.
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O outro ciborgue que temos é o metafórico³. Aquele que precisa da máquina, da tecnologia para trabalhar. Um exemplo é um atendente de telemarketing. Outro - por que não? - sou eu. Um cinegrafista que se preze não consegue realizar imagens sem uma câmera. Uma rica de uma dependência.
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O pós-humano pode ter como exemplo um site de relacionamentos de alguém que já passou desta para melhor, ou pior, ou qualquer outra conotação que queiram dar. O ápice da pós-humanidade seria manter vivas as memórias e pensamentos das pessoas, mas já que tecnicamente isto ainda não é possível, há ao menos os sites pessoais destas. Neles, são encontrados registros da vida da pessoa. Um exemplo de pós-humano é um orkut, por exemplo, de alguém já falecido, que é mantido por amigos para que sejam recebidas condolências e mensagens de carinho. Uma comunidade apoiada no saudosismo também é um bom exemplo. "Saudade do Fulano". "Fulano deixou saudade". "Ai, meu Deus.. Mas que saudade do Fulano". São alguns exemplos. Seria possível deixar zilhões de links por aqui para exemplificar melhor, mas tais páginas geralmente são bloqueadas. Caso necessite do desbloqueio, envie um e-mail contendo o endereço da página e a justificativa para: security@polaris.ucpel.tche.br. Sabe como é, né.
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2. Construir um avatar de si e um de um colega. Publicar.
3. Analisar em que medida o avatar é uma expressão de si mesmo e de suas percepções do colega.
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Sensacional. Leandro Pereira Lopes e Claudio Roberto Ferreira. Colegas de aula, de trabalho, de profissão, de churrasco e vadiagem. Respondendo a questão número três, posso afirmar que o processo de identificação dos avatares com as pessoas se dá por semelhança. Algumas características são marcantes em todas as pessoas. Aliás, construindo melhor a frase, todas as pessoas têm características marcantes. Eu, por exemplo, com exceção da cor, estou fielmente representado. Poquíssima coisa acima do peso, sorriso no rosto, cara de ordinário e nariz de batata. O Claudio é outro... Só pelo cabelo semi-grisalho em mutação constante já é possível reconhecê-lo. Pelo menos eu reconheceria. Mas sabe como é... Toda mãe acha o filho lindo, todo torcedor acha o time o melhor do mundo, todo criador de avatares de Claudios, acha que estão idênticos ao original. Embora o avatar não leve atributos mais subjetivos, como a personalidade, também é possível identificar um pouco sobre a pessoa. Olhando para o meu rico bonequinho, dá pra perceber que eu gosto de rosquinhas, por exemplo. Olhando para o bonequinho do Claudio, dá pra perceber que eu - de novo - gosto de sacanear os meus amigos. Dá pra ver que ambos somos simpáticos, também. É tudo uma questão de percepção.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Atividade 7

1) Discutir nos grupos do trabalho da aula anterior se:
a. Houve a constituição de redes sociais e como?
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Sim, houve. Levando em conta que uma rede social pode ser compreendida como uma relação/interação entre as pessoas, seja individualmente ou pelo simples desejo mútuo, constituímos redes sociais, sim. Pensamos todos juntos, trocamos idéias e até mesmo experiências, com o objetivo de finalizar a tarefa em tempo hábil (o que quase não ocorreu) e explicá-la aos demais colegas.
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b. Como o capital social atuou nas interações do grupo?
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Atuou bem. Muito bem. As conexões da nossa rede social são valorosas. Trocando experiências, conversando, lembrando de momentos, fomos formando nosso valoroso trabalho. Embora nossa produtividade não tenha sido das melhores, nem das mais rápidas, ou talvez nem das mais coesas, fizemos valer os contatos sociais e o poder de interação para alcançar o objetivo final. As opiniões adversas - que foram poucas... pouquíssimas - têm que ser suprimidas e fundidas para a melhor compreensão da idéia de grupo, do grupo, e para o grande grupo.
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2) Relacione o processo realizado pelo grupo com aspectos estudados na disciplina.
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O grupo interagiu, conversou e montou toda uma esquematização na cartolina para facilitar a compreensão de todos. Isso tudo é comunicação, e pode-se dizer que faz parte da disciplina. Utilizamos conectores para chegar a outros determinados aspectos da tarefa, bem como também fomos conectores nas discussões práticas. Também lembrei bastante da chamada 'mídia social' na elaboração da última questão. Como iríamos divulgar nossas ações e campanhas favoráveis à duplicação da rodovia? Com alguma comunicação mediada pelo computador, através da televisão, no boca-a-boca com a nossa rede social? Como iríamos fazer com que as pessoas que estão lá, em suas casas, sentadas cozinha, com a boca entupida de arroz e feijão, se importassem, sensibilizassem e batalhassem conosco pelo nosso interesse? Todo processo foi obviamente relacionado com os aspectos estudados na disciplina.
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3) Discutir:
a. O que é um MEME?
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Ao que nos parece (para mim e para a minha amiga wiki), um MEME é "uma unidade mínima de informação" que se multiplica em locais propícios ao armazenamento da própria informação. Estes locais podem ser livros ou até mesmo cérebros.
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b. Como um MEME pode ser relacionado com as redes sociais na internet.
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Bom, em uma pesquisa paralela encontrei o MEME classificado como um replicador de comportamento. Sendo assim, seria possível dizer que, além da transmissão de informação de uma mente para outra, o MEME pode ser também uma "cópia" (ou reprodução, para ficar mais ameno) de um comportamento de um terceiro. Os terceiros sempre dão o ar de sua graça. Na internet isso se espalha mais rápido que as pessoas na Espanha fugindo dos touros, naquela brincadeira descabível. Uma pessoa escreve um texto. Eu gosto da forma que ela escreve aquele texto. Eu começo a tentar escrever o texto da mesma forma que eu vi o texto escrito pela pessoa que originalmente escreveu o texto. É muito texto... A evolução de um MEME é "viral e exponencial". As pessoas se juntam, se agregam, se adicionam por compartilhar pensamentos ou ambições. A rede social se forma em partes pelos comportamentos alheios, o que é totalmente relacionável com o tal MEMEzinho.
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c. Proponha um MEME.
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Em outra pesquisa paralela (mas bem paralela, mesmo) vi que as pessoas estão utilizando o MEME para aprofundar discussões sobre um tema, ou simplesmente para aumentarem o acesso aos seus sites. Afinal de contas, "um MEME é quando um autor tem seu texto copiado e continuado em outros blogs", dizem por aí. Então, uma proposta de MEME poderia ser eu escrever cinco coisas das quais eu gosto, e alguém seguir logo abaixo com cinco coisas que são igualmente apreciadas por ela?
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Vale a tentativa...
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1. Família
2. Amigos
3. Futebol
4. Cerveja
5. Trabalho (por mais incrível que pareça)
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Se for isto, é isto.
Se não for isto, será refeito.